O tempo corre. Não gosto de correr.
A manhã acaba. Não quero comer.
O sol se põe. Não quero ceder.
Assim como as manhãs, meu desepero fluiu.
Vertendo o sangue doente da alma que feriu.
Surgindo das sombras como a dose que o iludiu.
Sol, manhã, tempo.
Lua, noite, espeço.
Coisas que são apenas... Coisas.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
É assim.
Cansado. O sol ainda a pino.
"Maldito horário de verão."
Já se foram 5 horas mesmo? Olha constantemente o relógio.
Ainda três horas para o fim.
Carro. Rodovia. Casa.
Quatro pernas, um braço e um lençol grande.
Um suspiro, uma desculpa e um tiro.
Menos um advogado no mundo, um novo presidiário e uma mulher sem dois homens.
Nada que o dia-a-dia não contenha.
"Maldito horário de verão."
Já se foram 5 horas mesmo? Olha constantemente o relógio.
Ainda três horas para o fim.
Carro. Rodovia. Casa.
Quatro pernas, um braço e um lençol grande.
Um suspiro, uma desculpa e um tiro.
Menos um advogado no mundo, um novo presidiário e uma mulher sem dois homens.
Nada que o dia-a-dia não contenha.
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